A dança dos devaneios nas noites
Calam. A alma no corpo
Sente pelas janelas as dores
E passam tempos sem conforto.
Mas ainda preso
A este corpo devasso
De puro desprezo,
Estou desistindo pelo cansaço,
Mas ainda as coréias
Não esqueço.
Tuas mãos não mais sinto,
Perco-me nas idéias,
Minha alma agora é só uma nebulosa
Que age como que por instinto
E gira com as forças do universo, prodigiosa.
Wal Lima
Um comentário:
olhando p esses versos senti ao mesmo tempo uma amplitude e um vazio - uma alma ampla, q vive e "reina" e por isso é vazia, por estar cansada e agir no instinto ... poeta, vc devia escrever mais aqui no blog, gostei muito das suas palavras!
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