Brilho novo que se mostra por trás da montanha
Reflete no sorriso como chama ardente,
A paixão, o amor, que é força tamanha,
Tamanha é a força da voz forte, fremente.
O seu dourado que ondeia como trigais
Dão asas a pensamentos leves, docemente,
Docemente a cada dia mais e mais... .
Cada dia como criança que vem de mansinho,
Um a um num ciclo natural,
É água que vem e sai do moinho.
E quando rubras bocas se põe a palpitar
O doido coração da o tom
O perfume se vê a esvoaçar
Junto com a doce brisa – que bom!
A brisa e seu perfume andam dançando
“A perder-se nas brumas do caminho”,
Longo caminho que se torna brando
Igual ao sono do mais gostoso vinho,
E o brilho que é a tradução mais pura do teu olhar
Traz a lua toda noite para sua beleza fitar, contemplar.
domingo, 26 de abril de 2009
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Quem és o iluminado!
Como a lua brilha...
brilha para iluminar o caminho,
a luz que ilumina a luz...
para iluminar o iluminado!
Quem és tu iluminado?
És um anjo?
És um demônio?
Ou és o nada?
Tu confunde-se com a sombra...
pois enconde-se nesta...
Engana os olhos...
mas refrigera a alma.
Descobri quem tu és iluminado...
Não és o anjo, muito menos o demônio, também não és o nada...
Tu és... és...a luz da lua...a luz que ilumina a luz... a luz que ilumina o nada... a luz do iluminado!
brilha para iluminar o caminho,
a luz que ilumina a luz...
para iluminar o iluminado!
Quem és tu iluminado?
És um anjo?
És um demônio?
Ou és o nada?
Tu confunde-se com a sombra...
pois enconde-se nesta...
Engana os olhos...
mas refrigera a alma.
Descobri quem tu és iluminado...
Não és o anjo, muito menos o demônio, também não és o nada...
Tu és... és...a luz da lua...a luz que ilumina a luz... a luz que ilumina o nada... a luz do iluminado!
Vitória
Fantástica "persona",
sorriso de criança,
volúpia de mulher!
Inteligência exuberante,
que alenta a alma,
e com sua ternura acalma.
Perfil de vencedora,
inocência de menina...
em corpo de fêmea fatal!
Teu futuro já conhecemos...
nada impedirá, que o seu destino cumpra-se...
destino que já tens no próprio nome... Vitória!
sorriso de criança,
volúpia de mulher!
Inteligência exuberante,
que alenta a alma,
e com sua ternura acalma.
Perfil de vencedora,
inocência de menina...
em corpo de fêmea fatal!
Teu futuro já conhecemos...
nada impedirá, que o seu destino cumpra-se...
destino que já tens no próprio nome... Vitória!
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Tristes versos desenterrados
“sem arte, sem beleza e sem brandura”
Não tem da alma a mesma brancura
Pelo tempo no escuro debruçados.
Olhe a claridade deixando os desolados
Na sombra da escultura,
Lembrando tempos sem ternura,
Sem ternura se tornam desagregados.
Das sombras só inspira a covardia
E não há claridade nem um pouco
Nem manhã que se torne dia.
O grito forte que ecoou já rouco
É o canto que já é sem melodia,
Que a tristeza deixa louco.
“sem arte, sem beleza e sem brandura”
Não tem da alma a mesma brancura
Pelo tempo no escuro debruçados.
Olhe a claridade deixando os desolados
Na sombra da escultura,
Lembrando tempos sem ternura,
Sem ternura se tornam desagregados.
Das sombras só inspira a covardia
E não há claridade nem um pouco
Nem manhã que se torne dia.
O grito forte que ecoou já rouco
É o canto que já é sem melodia,
Que a tristeza deixa louco.
terça-feira, 14 de abril de 2009
A única verdade
Deus figura nos detalhes
Nas partes
E jamais no todo
O todo não passa de devaneio
Deus é a revelação maior
De que há um brilho a mais nas coisas
Que as faz, unicamente, belas
Embora seja, bem certo, essencial
Fotografá-las a poucos metros de distância
Para que o ponto de fuga seja a aliança
De uma só perspectiva
Que aproxima a sabedoria da criação
À coisa criada,
E não haverá, assim, outra verdade
A não ser as tantas Já perdidas
Das quais compartilham o artista
E a obra de arte!
Diogo Poeta
Nas partes
E jamais no todo
O todo não passa de devaneio
Deus é a revelação maior
De que há um brilho a mais nas coisas
Que as faz, unicamente, belas
Embora seja, bem certo, essencial
Fotografá-las a poucos metros de distância
Para que o ponto de fuga seja a aliança
De uma só perspectiva
Que aproxima a sabedoria da criação
À coisa criada,
E não haverá, assim, outra verdade
A não ser as tantas Já perdidas
Das quais compartilham o artista
E a obra de arte!
Diogo Poeta
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