quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Girassol de ponteiros

Nada passa sem causar danos
Às paisagens mundanas das pescas
Nem sequer um corriqueiro ato
Mantém-se ileso ao mudar do vento

Num imenso girassol de ponteiros
As horas desprendem os laços
Como reatam o tempo as lembranças
Num só retrato, velhos e crianças
Compartilham dos mesmos passos

Diogo Poeta

Nenhum comentário:

MURAL DE RECADOS

Abrir Mural de Recados